A primeira greve da história do Sinai-RN ocorreu na Companhia Integrada de Desenvolvimento Agropecuário (CIDA), no final de 1991, durante a primeira data-base da categoria. O setor administrativo tinha baixos salários, e a principal reivindicação era a reposição das perdas salariais. O governo José Agripino não atendeu às demandas, e a categoria decidiu cruzar os braços.
A greve durou duas semanas. Ao final, houve reposição salarial. Mas o principal resultado foi político: a consolidação do Sindicato como instrumento de luta da categoria.
Para muitos trabalhadores, foi o primeiro contato com a atividade sindical. Santino Arruda lembra que o Sindicato enviou o diretor Japiassu Silva de Farias ao interior do Estado para mobilização. “Ele foi de ônibus para Caicó, Pau dos Ferros e Mossoró”, recorda.
Segundo relatos da época, em várias localidades os trabalhadores ainda não conheciam o funcionamento de um sindicato e não sabiam sobre a possibilidade de fazer greve.
A greve reforçou o papel do Sinai-RN como instrumento de organização coletiva.
Nos primeiros anos de atuação, o Sinai-RN iniciou o debate sobre a integração a uma central sindical nacional. Em 1993, o II Congresso da entidade autorizou a realização de um plebiscito junto à categoria. Na consulta, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) recebeu 84% dos votos, seguida pela Força Sindical (11%) e pela CGT (5%). A filiação foi consolidada em 1994, quando o Sindicato participou do Congresso Nacional da CUT, em São Paulo, ampliando sua articulação com o movimento sindical brasileiro. Em 2003, o dirigente Santino Arruda assumiu a presidência estadual da CUT no Rio Grande do Norte.
Após mais de uma década de filiação, o Sindicato passou a discutir o papel das centrais sindicais e sua atuação no cenário político e trabalhista. O debate, aprofundado nos congressos estaduais de 2004 e 2006, resultou na desfiliação da CUT, aprovada em 2006.
Posteriormente, no 9º Congresso Estadual, o Sinai-RN decidiu filiar-se à Intersindical, central sindical que estava em processo de formação naquele período. À época, o Sindicato tornou-se a única entidade sindical do Rio Grande do Norte filiada à Intersindical. A central reúne sindicatos de diferentes categorias em nível nacional, entre elas previdenciários, petroleiros e metalúrgicos.
A primeira greve da história do Sinai-RN ocorreu na Companhia Integrada de Desenvolvimento Agropecuário (CIDA), no final de 1991, durante a primeira data-base da categoria. O setor administrativo tinha baixos salários, e a principal reivindicação era a reposição das perdas salariais. O governo José Agripino não atendeu às demandas, e a categoria decidiu cruzar os braços.
A greve durou duas semanas. Ao final, houve reposição salarial. Mas o principal resultado foi político: a consolidação do Sindicato como instrumento de luta da categoria.
Para muitos trabalhadores, foi o primeiro contato com a atividade sindical. Santino Arruda lembra que o Sindicato enviou o diretor Japiassu Silva de Farias ao interior do Estado para mobilização. “Ele foi de ônibus para Caicó, Pau dos Ferros e Mossoró”, recorda.
Segundo relatos da época, em várias localidades os trabalhadores ainda não conheciam o funcionamento de um sindicato e não sabiam sobre a possibilidade de fazer greve.
A greve reforçou o papel do Sinai-RN como instrumento de organização coletiva.
Nos primeiros anos de atuação, o Sinai-RN iniciou o debate sobre a integração a uma central sindical nacional. Em 1993, o II Congresso da entidade autorizou a realização de um plebiscito junto à categoria. Na consulta, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) recebeu 84% dos votos, seguida pela Força Sindical (11%) e pela CGT (5%). A filiação foi consolidada em 1994, quando o Sindicato participou do Congresso Nacional da CUT, em São Paulo, ampliando sua articulação com o movimento sindical brasileiro. Em 2003, o dirigente Santino Arruda assumiu a presidência estadual da CUT no Rio Grande do Norte.
Após mais de uma década de filiação, o Sindicato passou a discutir o papel das centrais sindicais e sua atuação no cenário político e trabalhista. O debate, aprofundado nos congressos estaduais de 2004 e 2006, resultou na desfiliação da CUT, aprovada em 2006.
Posteriormente, no 9º Congresso Estadual, o Sinai-RN decidiu filiar-se à Intersindical, central sindical que estava em processo de formação naquele período. À época, o Sindicato tornou-se a única entidade sindical do Rio Grande do Norte filiada à Intersindical. A central reúne sindicatos de diferentes categorias em nível nacional, entre elas previdenciários, petroleiros e metalúrgicos.
A primeira greve da história do Sinai-RN ocorreu na Companhia Integrada de Desenvolvimento Agropecuário (CIDA), no final de 1991, durante a primeira data-base da categoria. O setor administrativo tinha baixos salários, e a principal reivindicação era a reposição das perdas salariais. O governo José Agripino não atendeu às demandas, e a categoria decidiu cruzar os braços.
A greve durou duas semanas. Ao final, houve reposição salarial. Mas o principal resultado foi político: a consolidação do Sindicato como instrumento de luta da categoria.
Para muitos trabalhadores, foi o primeiro contato com a atividade sindical. Santino Arruda lembra que o Sindicato enviou o diretor Japiassu Silva de Farias ao interior do Estado para mobilização. “Ele foi de ônibus para Caicó, Pau dos Ferros e Mossoró”, recorda.
Segundo relatos da época, em várias localidades os trabalhadores ainda não conheciam o funcionamento de um sindicato e não sabiam sobre a possibilidade de fazer greve.
A greve reforçou o papel do Sinai-RN como instrumento de organização coletiva.
Nos primeiros anos de atuação, o Sinai-RN iniciou o debate sobre a integração a uma central sindical nacional. Em 1993, o II Congresso da entidade autorizou a realização de um plebiscito junto à categoria. Na consulta, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) recebeu 84% dos votos, seguida pela Força Sindical (11%) e pela CGT (5%). A filiação foi consolidada em 1994, quando o Sindicato participou do Congresso Nacional da CUT, em São Paulo, ampliando sua articulação com o movimento sindical brasileiro. Em 2003, o dirigente Santino Arruda assumiu a presidência estadual da CUT no Rio Grande do Norte.
Após mais de uma década de filiação, o Sindicato passou a discutir o papel das centrais sindicais e sua atuação no cenário político e trabalhista. O debate, aprofundado nos congressos estaduais de 2004 e 2006, resultou na desfiliação da CUT, aprovada em 2006.
Posteriormente, no 9º Congresso Estadual, o Sinai-RN decidiu filiar-se à Intersindical, central sindical que estava em processo de formação naquele período. À época, o Sindicato tornou-se a única entidade sindical do Rio Grande do Norte filiada à Intersindical. A central reúne sindicatos de diferentes categorias em nível nacional, entre elas previdenciários, petroleiros e metalúrgicos.